O que o mundo pede das marcas hoje?

Há 24 anos fazemos essa mesma pergunta para nós mesmos e para os nossos clientes.

O mundo pede marcas que não só existam
nele, mas que existam por ele.

O mundo pede GINGA.

Pede marcas presentes,
que sentem o tempo,
que entendem o contexto,
que estão na conversa.
E que também ajudam
a pautar a conversa.

O mundo pede marcas abertas
para gerar novos sentidos coletivos.
Abertas à escuta, ao diálogo e à troca.
Que aprendem com novos pontos de vista
e que convidam pra gingar junto.

O mundo pede criatividade que agrega,
não que separa.
Colaborativa, plural, real, espalhada, viva.
CO-LA-BO-RI-DA-DE.

Marcas que vejam a vida como aliada.
Que trabalhem pela transformação positiva.
E pelo futuro que a gente quer habitar.

O mundo pede marcas que entendam
que crescer é fortalecer COMUNIDADE.
Que impacto não é número isolado.
Que valor nasce da relação,
da confiança,
da presença contínua.

Marcas que tenham GINGADO
pra navegar a complexidade.
Pra explorar novos desenhos.
Pra recalcular a rota, sempre que preciso.
Com intenção, energia e ação.

Colaboridade

Na GINGA, acreditamos que, hoje, as marcas não disputam apenas atenção. Disputam relevância, legitimidade e permanência. E, nesse cenário, criatividade isolada já não basta. É preciso integrar estratégia, cultura, tecnologia e produção para construir marcas vivas, capazes de evoluir junto com as pessoas e com o mundo.

Por isso organizamos nossa operação como uma rede descentralizada. São mais de 700 talentos espalhados pelo Brasil e pelo mundo, conectados por método, cultura e responsabilidade compartilhada. Um modelo que amplia repertórios, incorpora diferentes realidades e transforma diversidade em inteligência criativa.

BR não é (011), é +55

Nossa brasilidade também faz parte dessa lógica. Não é estética, é inteligência cultural. É a capacidade de transformar pluralidade em potência e complexidade em criação. Para nós, BR não é (011), é +55 - um país inteiro de sotaques, referências e perspectivas que alimentam nosso processo criativo.

Integramos criação e produção desde o início. Tratamos audiência como comunidade. Experimentamos tecnologia com intenção. E buscamos gerar valor olhando para marca, negócio e sociedade como partes do mesmo sistema.

AUDIÊNCIA É COMUNIDADE

Quando o processo é vivo, surge a capacidade de responder ao inesperado. Gingar não é improvisar, é ler o contexto e ajustar rotas com inteligência. Nesse cenário, audiência deixa de ser apenas alcance. Ela se constrói como comunidade: pessoas que participam, interpretam e cocriam significado com as marcas.

VALOR QUE IMPORTA

Essa lógica também redefine o que significa gerar valor. Mais do que resultados isolados, buscamos impacto que conecte marca, negócio e cultura. Valor verdadeiro é aquele que se sustenta no tempo.

Quando colaboração, escuta e experimentação se encontram, surgem marcas vivas. Marcas que evoluem com o tempo e contribuem para um ecossistema cultural mais consciente. É assim que acreditamos que o futuro da comunicação se constrói.

Nossa liderança

Pedro Del Priore

Co-fundador e Chief Executive Officer (CEO)
Pedro Del Priore

Paulo Martinez

Co-fundador e Chief Operating Officer (COO)
Paulo Martinez

Marcos Brabo

Chief Strategy Officer (CSO)
Marcos Brabo

Karen Mendes

Chief Financial Officer (CFO)
Karen Mendes

Fernanda Fontes

Chief Creative Officer (CCO)
Fernanda Fontes

Marcelo Aquilino

Chief Media & Data Officer (CMDO)
Marcelo Aquilino

Thomas Rebergue

Chief Business Officer (CBO)
Thomas Rebergue

David Galasse

Head de Design
David Galasse

Francine Azevedo

Head de Produção Audiovisual
Francine Azevedo

Laís Araújo

Head de Cultura, Pessoas e Operações
Laís Araújo
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